Tudo muda ao passo em que aceitamos…
…Aceitar que tudo foi sempre igual ou crescemos?
(…)
E agora mudamos.
Sem frases bonitas, sem fórmulas de vida; Só a porta e a vontade, a janela e a curiosidade. Entre a simples vida e o bonito complexo existem algumas surpresas. No fim disso tudo é só você e a escolha, e o bonito não está em fazê-la, mas sim no que você se torna depois dela.
Felicidade em minhas mãos
Não entrego a ninguém
Compartilho com quem me quer bem
Porque a vida segue intuindo
Que o amor próprio abraça o de quem
Feliz é por ser.
Não adianta trancar as portas para a escuridão e guardar o molho de chaves no bolso. Aos meus olhos o mundo passa por um “vai ou racha”, pessoas colocando vendas nos próprios olhos e nos olhos daqueles que por tanto faz, fez. Acredito que se existe perfeição neste mundo, ela está no equilíbrio, no equilíbrio das coisas boas. Nenhuma verdade é maior que outra, mas os atos sim. Apagaram as luzes e ninguém pensa em procurar o interruptor, aceitaram o jogo de correr mais que o próximo sem enxergar nada, sem saber a direção.
O bem, o correto, não usam máscaras, estão ai do seu lado, meio a razão e emoção, eu erro, tu erras, nós erramos feio, mas fazendo jus ao bom e verdadeiro clichê escondido muitas vezes em frases de difícil entendimento, sempre é hora de acertar.
Ao invés de carregar o peso do mundo nas costas ou ser indiferente e carregar o peso da própria existência, coloque nas costas as suas idéias parar empurrar o mundo para o bem e descarregue por onde passar.
Abri a janela a pouco tempo, abri de verdade e reconheci muitos erros no seguimento, identifiquei você ai no espelho, não importa o quão fundo consiga olhar dentro dos olhos, a profundidade da existência supera, numera e cuida com serenidade. Observo uma escadaria que meu coração e pernas sabem para onde leva, subo sem comprar seu convite ou esperar seu ticket. Já esperei demais, errei demais. Vejo cada pessoa com quem errei, disfarçadas em outros corpos, outras condições, então você mesmo pressupõe meus próximos passos. Os dias precisam de consertos, a vida precisa.
Equilibrio no meio fio, quase lá e quase aqui. A grama e todos aqueles pit stops resultando em contra partida de vida a vida. O licito no tombo e o divino no convém, o plural nunca pareceu tão perto, e por que? Sim, o porque corre das mãos e empurra o primeiro sonho para fora do balanço dos dias, a mente então gira, gira e corre de olhos vendados esperando encontrar o doce, o doce imune ao medo e as palavras.
Procura se tal gosto, incessante olhar que na verdade não olha embaixo da cama e atrás das cortinas, estaria então lá? O doce não existe.
Resulta então em uma enorme volta no tempo, com vento no rosto mas sem objetivo no coração. O que me aquece o peito como uma xícara de café forte, na primeira manhã de inverno do ano, é a imagem do amigo que desejou sempre apertar com capricho os parafusos que garantem um caminho seguro.
O único caminho.