Equilibrio no meio fio, quase lá e quase aqui. A grama e todos aqueles pit stops resultando em contra partida de vida a vida. O licito no tombo e o divino no convém, o plural nunca pareceu tão perto, e por que? Sim, o porque corre das mãos e empurra o primeiro sonho para fora do balanço dos dias, a mente então gira, gira e corre de olhos vendados esperando encontrar o doce, o doce imune ao medo e as palavras.
Procura se tal gosto, incessante olhar que na verdade não olha embaixo da cama e atrás das cortinas, estaria então lá? O doce não existe.
Resulta então em uma enorme volta no tempo, com vento no rosto mas sem objetivo no coração. O que me aquece o peito como uma xícara de café forte, na primeira manhã de inverno do ano, é a imagem do amigo que desejou sempre apertar com capricho os parafusos que garantem um caminho seguro.
O único caminho.